Metal Jumbo: nascida na galvanização a quente, hoje corta a laser até 35 mm
Três anos e meio, duas máquinas e um armazém automático: a Metal Jumbo passou de uma LME de 6 kW para uma PLUS de 12 kW, e hoje corta até 35 mm de espessura.
É um percurso interessante porque parte de longe: a empresa, que faz parte do Giambarini Group, nasceu na galvanização a quente, não no corte. Manuel Gagni, responsável pelo corte a laser e pela dobra, nos contou como se chega a uma segunda máquina, e Alessio Venturini por que essa história também se parece com a nossa.
Quem é a Metal Jumbo
A Metal Jumbo faz parte do Giambarini Group e tem uma longa história na transformação dos metais, com sedes na Lombardia e em Turim. A empresa nasceu concentrando-se na galvanização a quente, e nos últimos anos decidiu investir no corte a laser.
É um detalhe que muda o sentido do resto: quem entra no corte vindo da galvanização não está substituindo uma máquina, está acrescentando uma operação que antes comprava fora. E quando se acrescenta uma operação, ela precisa render desde o início, porque não se está substituindo um faturamento: está se criando um novo.
Por que uma galvanizadora compra um laser
A resposta está no ciclo: se você corta a peça, dobra e depois galvaniza, o cliente pede o produto acabado em vez de três operações para coordenar. O corte a laser era a peça que faltava lá no início.
O resultado, diz Gagni, foi ampliar o número de pedidos que a empresa pode aceitar: não os mesmos pedidos feitos melhor, mas pedidos que antes não entravam na proposta.
Três anos e meio, duas máquinas
O percurso é curto no tempo e claro na direção:
- há três anos e meio: a primeira máquina, uma LME de 6 kW
- depois uma PLUS de 12 kW, ou seja o dobro da potência
- e para completar o investimento, um armazém automático
Por que a Cutlite Penta
O primeiro fator, diz Gagni, foi a relação qualidade-preço: encontrar um laser com desempenho e precisão nesse nível de investimento não é comum. Mas a máquina, acrescenta, é só uma parte.
A outra parte foi a colaboração com Alessio Venturini, Area Manager para Lombardia, Emilia-Romagna e Piemonte, que acompanhou a empresa passo a passo e continuou sendo o mesmo interlocutor desde o início. Em um investimento feito em dois tempos, com anos de distância, ter a mesma pessoa ao telefone conta tanto quanto uma ficha técnica.
Um crescimento parecido com o nosso
Venturini lê essa história em paralelo à nossa, e o interessante é que não se vangloria: a Metal Jumbo partiu de um sistema de entrada e chegou a uma máquina de alto desempenho, e isso aconteceu quando a Cutlite Penta ainda não estava consolidada no mercado como hoje. Naquele momento a confiança era recíproca porque nenhuma das duas partes tinha muito a mostrar.
Partiram de um sistema de entrada e chegaram à PLUS de 12 kW. Crescemos juntos, quando a Cutlite Penta ainda não estava consolidada no mercado como hoje.
O que corta: até 35 mm, e os furos
A escolha dos modelos foi guiada pelas necessidades de produção: era preciso uma máquina capaz de gerenciar produtos diferentes, com espessuras até 35 mm. Com a chegada da PLUS o trabalho se otimizou logo, e a programação ficou mais simples de administrar.
As duas coisas que superaram as expectativas, segundo Gagni, são a precisão dos furos mesmo em espessuras elevadas e a velocidade de trabalho. A primeira é a que mais se vê: em uma peça grossa, um furo pequeno e dentro da tolerância é o resultado mais difícil de obter com qualquer outra tecnologia.
É também a razão pela qual uma galvanizadora que entra no corte começa subindo e não descendo: as peças que vendem melhor não são os perfis simples, são as que têm as furações certas.
As pessoas contam mais que o software
A programação dos lasers está a cargo de dois operadores principais, um deles é Gagni, apoiados por três ou quatro operadores. O software é intuitivo e reduz os erros, mas nesse ponto Gagni é direto, e a frase dele diz mais do que qualquer descrição do programa.
A verdadeira força da empresa são os seus técnicos, capazes de aproveitar ao máximo o potencial das máquinas.
Perguntas frequentes
Quais máquinas Cutlite Penta a Metal Jumbo usa?
Dois sistemas: uma LME de 6 kW, comprada há três anos e meio, e uma PLUS de 12 kW que chegou depois, com um armazém automático completando o investimento. As máquinas gerenciam produtos diferentes, com espessuras até 35 mm.
Por que comprar uma segunda máquina laser em vez de substituir a primeira?
Porque as duas máquinas cobrem faixas diferentes. Na Metal Jumbo a LME de 6 kW foi o sistema de entrada no corte a laser; a PLUS de 12 kW acrescentou potência e espessura, chegando a 35 mm. Manter as duas significa mandar cada trabalho para a máquina que o faz ao custo mais baixo.
Uma empresa de galvanização pode entrar no corte a laser?
A Metal Jumbo nasceu na galvanização a quente e acrescentou o corte a laser nos últimos anos. A vantagem é de ciclo: quem corta, dobra e galvaniza internamente entrega o produto acabado em vez de uma operação. Segundo a empresa, o efeito principal foi o aumento do número de pedidos que pode aceitar.
Até que espessura corta um laser de 12 kW?
Depende do material, do acabamento exigido e do gás de assistência. Na Metal Jumbo a PLUS de 12 kW trabalha produtos diferentes com espessuras até 35 mm, e a precisão dos furos em espessuras elevadas é um dos resultados que a empresa cita como acima das expectativas.
Você está acrescentando o corte ao que já faz?
Traga os seus desenhos e a sua chapa: o corte se testa na área DEMO em Prato, nas suas peças. E se parte da máquina certa, não da maior.